Uma professora de uma escola cívico-militar de Araranguá, no Extremo Sul de Santa Catarina, foi afastada das funções por suspeita de envolvimento com alunos. O caso está sob apuração, desde a última semana, pela Dpcami (Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso) e pela CRE (Coordenadoria Regional de Educação).
Em comunicado, a instituição afirmou que os fatos passaram a ser monitorados assim que houve o apontamento dos indícios e que é prematuro detalher o que aconteceu, uma vez que o processo administrativo ainda está em andamento.
Além disso, a escola apontou, segundo dados preliminares, que “a conduta foi realizada fora do ambiente escolar, durante o período de recesso”. Ao ND Mais, em nota, a Secretaria de Estado da Educação afirmou que, caso as acusações forem confirmadas, medidas cabíveis serão aplicadas.
A pasta ainda ressaltou que psicólogos e assistentes sociais da equipe multiprofissional do Nepre (Núcleo de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento às violências na Esocla) acompanham a situação por meio da escuta especializada dos estudantes e dos familiares.
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