A Secretaria de Saúde de Cocal do Sul confirmou um caso de esporotricose em humano após contato com um gato em tratamento para a doença. O paciente está sendo acompanhado por equipe médica, faz uso de medicação antifúngica fornecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e apresenta boa evolução clínica. Até o momento, não há registro de novos casos suspeitos em pessoas.
No município, 17 gatos foram avaliados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica, sendo que 11 tiveram diagnóstico positivo para esporotricose. A maioria dos animais já se encontra na fase final do tratamento.
As autoridades de saúde reforçam que a esporotricose não é transmitida de pessoa para pessoa, ocorrendo principalmente por meio do contato direto com feridas de animais infectados ou com solo e materiais contaminados pelo fungo.
A Vigilância Epidemiológica orienta a população a utilizar luvas ao manusear animais suspeitos e durante atividades como jardinagem. Em caso de ferimentos na pele, a recomendação é lavar o local imediatamente com água e sabão e procurar atendimento médico.
Lesões na pele, principalmente no nariz, patas e cauda
Inchaço endurecido no focinho
Espirros frequentes
Feridas que podem se espalhar por todo o corpo
Lesão inicial semelhante à picada de inseto
Vermelhidão e dor local
Formação de nódulos ao longo da pele, no chamado “formato de rosário”
A Secretaria de Saúde orienta:
Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como luvas, aventais e óculos ao manipular:
Solo
Plantas
Madeira
Material orgânico
Animais doentes
Limpeza de ambientes com água sanitária utilizando EPIs
Isolamento do animal infectado em local seguro e ventilado até a cura
Castração e manutenção dos gatos dentro de casa, evitando contato com a rua
Nunca interromper o tratamento sem orientação médica ou veterinária
Descarte correto de animais mortos:
Nunca enterrar ou jogar no lixo
A recomendação é a cremação, pois o fungo pode permanecer vivo no ambiente e contaminar outras pessoas e animais
A Secretaria de Saúde reforça que, ao identificar sinais suspeitos da doença em humanos ou animais, é fundamental procurar atendimento médico ou veterinário imediatamente. O diagnóstico precoce é essencial para evitar complicações e reduzir a disseminação da esporotricose na comunidade.
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