Além de se consolidar com a menor taxa de pobreza do país, Santa Catarina também reduziu os índices na passagem de 2023 para 2024 – Foto: Jonatã Rocha/SecomGOVSC
Santa Catarina tem a menor taxa de pobreza e extrema pobreza do Brasil, conforme dados do IBGE divulgados nesta quarta-feira, 3. O estado tinha em 2024, segundo a pesquisa, 8% da população na pobreza e 1,2% na extrema pobreza, os menores percentuais entre as 27 unidades da federação. A média brasileira é de 23,1% da população na pobreza e 3,5% na extrema pobreza. Ou seja, mais do que o dobro dos percentuais catarinenses.
Além de se consolidar com as menores taxas de pobreza e extrema pobreza do país, Santa Catarina também reduziu os índices na passagem de 2023 para 2024. A taxa de pessoas na pobreza caiu de 11,5% para 8%, enquanto a extrema pobreza reduziu de 1,4% para 1,2%. O melhor desempenho social no estado acompanha outros indicadores econômicos positivos, como a menor taxa de desemprego do país, de apenas 2,3%, e um crescimento do PIB acima da média nacional .
Para o governador Jorginho Mello, o resultado reflete as políticas realizadas em Santa Catarina. “Não tenho dúvida que a redução da pobreza e da extrema pobreza está ligada à geração de empregos, que é a melhor política social existente. Aqui o Governo do Estado caminha junto com o setor produtivo, incentivando, apoiando, não criando dificuldade. Assim, novas oportunidades são criadas. Quem produz e trabalha consegue prosperar e todo o estado ganha com isso. Mas vamos continuar trabalhando pra reduzir estes índices ainda mais”, destacou.


A pesquisa do IBGE também divulgou dados acerca do rendimento médio domiciliar per capita. Santa Catarina tem o terceiro maior valor do país, com R$ 2.552, frente à média nacional de R$ 2.017. Ou seja, a média catarinense está 26,5% acima do valor registrado no país. Santa Catarina só ficou atrás do Distrito Federal (R$ 3.281) e São Paulo (R$ 2.582).
“Santa Catarina é líder nacional em participação da indústria no mercado de trabalho. Em geral, empregos industriais exigem mais qualificação e pagam melhor, além de envolver setores que são destaque em exportações. Isso mantém nosso mercado de trabalho mais robusto e a atividade econômica aquecida, girando a roda da economia e beneficiando todo o estado”, afirma o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviços, Silvio Dreveck.
Para enquadrar uma pessoa em pobreza e extrema pobreza o IBGE avalia o rendimento domiciliar per capita. São considerados na pobreza os indivíduos com rendimento menor do que US$ 6,85 por dia (cerca de R$ 36,30 por dia e R$ 1.089 por mês). Já a extrema pobreza engloba aqueles com rendimento inferior a US$ 2,15 por dia (cerca de R$ 11,40 por dia e R$ 342 por mês).
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