A movimentação portuária da Região Sudeste alcançou 19,7 milhões de toneladas em outubro de 2025, o que representa um crescimento de 7,05% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O aumento foi impulsionado principalmente pelo bom desempenho da carga geral, com alta de 22,77%, e das cargas conteinerizadas, que avançaram 18,75%, refletindo a recuperação da atividade econômica e o aumento das exportações de produtos industrializados.
O granel sólido, responsável por mais da metade da movimentação regional, somou 11,6 milhões de toneladas, enquanto o granel líquido, composto por combustíveis e derivados, atingiu 1,8 milhão de toneladas, um crescimento de 10,63% no período. Entre as principais mercadorias movimentadas, os contêineres lideraram o ranking, com 5,5 milhões de toneladas, seguidos por minério de ferro (4,5 milhões t), milho (2,5 milhões t), açúcar (1,8 milhão t) e petróleo e derivados, sem óleo bruto (1,2 milhão t).

“Estamos colhendo os frutos de uma gestão voltada para a eficiência e a integração logística. A modernização dos terminais e a digitalização dos processos portuários têm colocado o Brasil em um novo patamar de competitividade", destacou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.
Com destaque para os portos de Santos (SP), Vitória (ES) e Itaguaí (RJ), o Sudeste é o principal corredor logístico do país, e concentra o maior volume de cargas movimentadas e sendo responsável por uma parcela significativa das exportações brasileiras de commodities, combustíveis e produtos industrializados. A região reúne uma infraestrutura portuária estratégica, interligada a polos industriais, agrícolas e de refino, o que garante eficiência e competitividade ao escoamento da produção nacional.
O Porto de Santos, maior da América Latina, é o principal ponto de saída das exportações brasileiras de açúcar, soja, milho e carne, além de registrar forte crescimento na movimentação de contêineres. Já o Porto de Vitória, no Espírito Santo, se consolida como um hub de granéis sólidos e líquidos, com destaque para minério de ferro e celulose, enquanto o Porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro, desempenha papel essencial na cadeia logística do setor siderúrgico e de petróleo.
Investimentos
Nos últimos meses, o Ministério de Portos e Aeroportos intensificou os investimentos na região Sudeste, com foco na modernização de terminais, ampliação da infraestrutura e incentivo à integração entre modais. Somente em 2025, foram autorizados mais de R$ 1,5 bilhão em investimentos privados em portos de São Paulo e Rio de Janeiro.
Entre os projetos, destaca-se o investimento de R$ 275 milhões no terminal de combustíveis marítimos Tecma, em São João da Barra (RJ), e R$ 1,24 bilhão na modernização do Porto de Santos. Além disso, o Sudeste lidera os investimentos nacionais na indústria naval, com R$ 1,54 bilhão aprovados via Fundo da Marinha Mercante (FMM), destinados à construção e modernização de embarcações.
Parte significativa dos recursos foi direcionada ao Rio de Janeiro, que concentra grande parte dos estaleiros e atividades offshore. Os investimentos tem como objetivo ampliar a capacidade operacional dos portos, atrair novas cargas e fortalecer a logística intermodal na região Sudeste.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
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